E o mico de estimação (lembram o nome?), que apesar da liberdade plena sempre vinha quando o tio Roberto chamava. Claro que tinha certo incentivo de uma banana ou uma fruta qualquer. Mas sempre chegava e ficava em cima dele, na época que era cabeludo, bagunçando o cabelo dele.
(Felipe, sobrinho)
Willian
(Carolina, filha)
Roberto vive em nossas lembranças e ações, sendo memória e referência constante. Segue conosco. Sorridente, carinhoso e leve. Por sinal leveza e lealdade foram suas marcas. Podíamos contar com ele. Precisamos falar disso. Do quanto o amamos e nos sentimos amados. Contar histórias. Confessar saudades. Rir e chorar. Relatar fatos vividos ou imaginados. Enfim, exercitar a amorosidade concreta que nos legou. Vamos escrever o livro de nossas vidas com Roberto. Afinal! Roberto vive em nós.
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